O Vitrolinha conta hoje a história de Paul Geary ex baterista da banda norte americana Extreme. Geary assumiu o posto de 1985 à 1994 e deixou a bateria para Mike Mangini para seguir uma bem-sucedida carreira de empresário, trabalhando com a banda Godsmack.
Paul Geary nasceu em 24 de julho de 1961 em Medford, Massachusetts.
em 1995 Geary fundou a Global Artist Magnament em Boston e, além da Godsmack, foi responsável pelo lançamento da Alter Bridge, Creed, The Scorpions Fuel, Steel Panther, The Smashing Pumpkins, Jashon Bonham dentre outros.
Em 2005 Paul vendeu a Global Artist Magnament para Irving Azoff e se mudou para Los Angeles.
Atualmente Paul Geary é có-proprietário de um autêntico restaurante italiano em Boston chamado TRESCA, ele e seus sócios, Ray Bourque, um renomado jogador de Hóquei e o immobiliário Harvey Wilk.
Across the Universe foi uma canção lançada pelos Beatles no álbum Let It Be, composta por John Lennon.
Essa música foi gravada entre os dias 3 e 11 de fevereiro de 1968 e a primeira versão contou com um coro feminino de duas fãs que estavam na frente do estúdio em Abbey Road naquele dia. Uma delas era a brasileira Lizzie Bravo.
É também o titulo de um musical lançado em 2007 dirigido por Julie Taymor, mesma diretora de Frida, retrata os anos 60 e é recheado de guerras e paixões, ambientando toda uma época através da obra dos Beatles.
O roteiro do filme é especial para os fãs de carteirinha dos eternos garotos de Liverpool. A referência aos Beatles não está apenas na música, mas toda a história está atrelada à vida e obra dos componentes do grupo, todos os personagens nasceram de alguma canção dos Beatles. Jude, muito bem interpretado pelo inglês Jim Sturgess, é um garoto típico da classe operária de Liverpool que trabalha para ajudar a mãe e se diverte com a namorada em pubs, ouvindo rock and roll, enquanto Lucy é uma garota de classe média criada nos subúrbios, que vive num mundo de fantasia até a morte do namorado na Guerra do Vietnã.
Desde o início do filme as auto referências são marcantes: a banda que toca num ambiente idêntico ao Cavern Club se parece com os próprios Beatles no começo da carreira. Jude acaba indo para os Estados Unidos para tentar encontrar o pai que nunca conheceu. Um aviador americano que conheceu sua mãe nos tempos da guerra, algo bastante comum na época e que, ao mesmo tempo, é uma alusão à vida de John (embora Hey Jude tenha sido escrita por Paul para Julian, o primeiro filho de Lennon), que também foi criado sem pai. O improvável encontro entre os dois se dá através da amizade de Jude e Max, irmão de Lucy, que personifica a rebeldia dos anos 60. Aliás esse é o grande cenário da trama. O filme é um mosaico daqueles tempos: Pop art, psicodelismo, drogas, manifestações contra a guerra, comunidades alternativas, pacifismo, movimento dos direitos civis, tem de tudo um pouco, até um improvável casal de músicos formado por Sadie (Sexy Sadie) e Jojo (Get back), codinomes para Janis Joplin e Jimmy Hendrix.
Duas participações especiais são as de Bono e de Joe Cocker. Bono interpreta uma espécie de guru da contra cultura, algo entre Timothy Leary e Andy Wahrol, cantando I am the Walrus, enquanto Joe, apesar de não ter nenhuma fala, encarna um hippie, um mendigo e um cafetão na canção Come together, interpretada com sua inconfundível voz rouca. Como um todo, a performance dos atores cantando não deixa a desejar. Menção especial às interpretações de Something, Helter Skelter e Dear Prudence, com destaque para as vozes de Jim Sturgess e Dana Fuchs, que faz a cantora de blues e rock Sadie. Evan Rachel Wood e Joe Anderson são mais atores que cantores, mas nada que comprometa a qualidade do material. Outro fator que salta aos olhos é a beleza plástica de algumas cenas, com efeitos especiais ou não. As cenas do casal Jude e Lucy na água ou a viagem psicodélica no ônibus de dr. Robert (Bono) foram muito bem produzidas.
Across the universe é um musical para aqueles que torcem o nariz para o gênero; interessante para os beatlemaníacos ou para aqueles que conhecem apenas superficialmente o repertório do grupo. O fundamental é que a história de amor entre Jude e Lucy não cai na superficialidade de alguns enredos típicos de comédias românticas. Embora o projeto não fosse o de realizar um épico ou um drama de época, Across the universe consegue retratar com originalidade e uma certa poesia uma das décadas mais importantes do Século XX, em que a cultura pop foi definitivamente marcada pelo rock and roll, e especialmente pela música de quatro garotos de Liverpool.
Uma das vozes mais singulares da MPB, o cantor e compositor carioca Luiz Melodia, 66, não resistiu às sessões de quimioterapia que fazia para combater um câncer na medula óssea e morreu na madrugada desta sexta (4), no hospital Quinta d'Or, no Rio.
"É uma doença muito traiçoeira. Ele foi para o hospital fazer quimioterapia, mas não aguentou", afirmou a mulher do cantor, Jane Reis.
Melodia lutava há meses contra o mieloma múltiplo, e chegou a ser internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) durante as sessões de quimioterapia.
Em abril passado, a família informou, pelas redes sociais, que o estado de saúde do cantor havia melhorado, e agradeceu "o acolhimento, o carinho e respeito" dos fãs.
No mês seguinte, ele realizou um transplante de medula. Muito fraco e precisando recuperar sua imunidade, permaneceu internado, mas não resistiu ao tratamento.
O nome de batismo era Luiz Carlos dos Santos, filho de um sambista do morro do Estácio, no Rio, berço do samba urbano carioca. O menino descobriu a música ao ver o pai tocando viola em casa.
Melodia precisou contrariá-lo para seguir na música, porque o pai sonhava vê-lo doutor.
Foi no seu morro do Estácio natal que Melodia conheceu o poeta Wally Salomão e Torquato Neto. Por meio do poeta, Gal Costa conheceu as composições do artista —cujas canções ela gravaria. A primeira mais famosa foi "Pérola Negra", no disco "Gal a Todo Vapor".
"Está Holly Estácio", outra de suas mais conhecidas, ganhou interpretação em diversas vozes, tornando-se um dos clássicos da música popular brasileira — ela foi primeiro gravada por Maria Bethânia.
Em 1973, com o sucesso, lançou o disco "Pérola Negra".
Consolidado a partir de ótimos discos como "Maravilhas contemporâneas" (1976), que trazia outros dois clássicos de sua autoria, "Juventude transviada" e "Congênito", e "Mico de circo" (1978), que emplacou sua gravação consagrada de "A voz do morro", de Zé Keti. Nos anos 1980, com discografia menos inspirada, seguiu compondo pérolas como "Só" e se firmou-se como intérprete, a partir de sua gravação de "Negro gato" (Getúlio Côrtes).
Melodia atravessou a década seguinte com shows de sucesso, inclusive na Europa, espraiando-se musicalmente por samba-funk, reggae e samba nos moldes ortodoxos. Tudo sem deixar de brilhar como canário, em regravações populares como "Codinome beija-flor" (de Cazuza, Ezequiel Neves e Reinaldo Arias) e "Broto do jacaré" (Roberto e Erasmo).
Entre projetos de releituras, acústicos e DVDs ao vivo, viveu ótimos momentos no século 21. Mas ficou 13 anos sem lançar projetos autorais, jejum interrompido em 2014, com seu último disco, "Zérima". O disco rendeu elogios da crítica e lhe valeu o reconhecimento como melhor intérprete no Prêmio da Música Brasileira, em 2015.
Deixa a viúva Jane Reis, sua empresária e cantora, e o filho Mahal, rapper.
James Alan Hetfield nasceu em Downey em 3 de agosto de 1963 e é o principal compositor da banda de Heavy Metal Metallica. Em 2004 foi considerado o segundo melhor guitarrista base de heavy metal de todos os tempos pela revista Guitar World e em 2010 considerado pela MusicRadar o décimo segundo melhor vocalista de todos os tempos.
James Hetfield foi criado numa família norte-americana tradicional, seguidores rigorosos da Ciência Cristã, cujos valores começaram a ser questionados por ele durante a adolescência, o que criou vários conflitos com seu pai, Virgil Hetfield, que era camionista. James voltaria à fé somente em meados da década de 1990. Sua mãe, Cynthia, fora cantora lírica quando jovem, e ajudou James em seus primeiros passos na música quando ele era criança. Virgil saiu de casa quando James tinha treze anos (1977) e não voltou mais. James voltou a manter contato com seu pai somente depois do lançamento do Black Album, mas disse em uma entrevista que achou o comportamento do pai inapropriado, pois ele só o procurava para assinar certos 'papéis'.
Cynthia morreu de câncer ainda jovem após recusar receber tratamento, por acreditar que a cura viria através da fé em Deus, e não de remédios, conforme pregava a doutrina religiosa que seguia. O episódio afetou James profundamente que, anos mais tarde, viria a expressar o sentimento em músicas como "The God That Failed" ("O Deus Que Falhou") e "Until It Sleeps" ("Até Que Durma"). É casado com a argentina Francesca Hetfield com quem tem 3 filhos, Cali Hetfield (nascida em 18 de outubro de 1998), Castor Hetfield (nascido em 18 de Maio de 2000) e Marcella Hetfield (nascida em 17 de abril de 2002).
Na adolescência, James Hetfield era tímido. Mas de acordo com uma entrevista dada por uma ex-namorada sua, ele se soltava quando subia num palco. Isso se devia provavelmente ao fato de a música ser o melhor e preferido jeito que Hetfield encontrou para expressar todos os sentimentos reprimidos que foram obtidos através das dificuldades passadas em sua infância
James iniciou seu contato com a música aos 9 anos, quando teve aulas de piano, pouco tempo depois, também aprendeu a tocar bateria antes de partir para a guitarra. Anos mais tarde, já no final de sua adolescência, James começa a dedicar-se totalmente à música e forma a sua primeira banda chamada Obsession, inspirados por bandas como Black Sabbath, UFO, Aerosmith, Motorhead e Thin Lizzy. A banda era formada pelos irmãos Veloz no baixo e bateria, Jim Arnold na guitarra e Hetfield no vocal. Seus amigos Ron McGovney e Dave Mass cumpriam o papel de roadies. Os Obsession tocavam em apresentações na escola, e já começavam a compor as suas primeiras letras, mas sem muito sucesso. As pequenas plateias (quando tinham) preferiam covers, o que irritava James.
Entretanto, James mudou-se para Brea, uma cidade situada também na Califórnia, e foi estudar para o Brea Olinda High School, onde conheceu o baterista Jim Mulligan. Os dois entretinham-se a ensaiar na escola, durante a hora do intervalo aterrorizando os seus colegas com a sonoridade pesada que praticavam. Um dia, encontraram um colega de escola, Hugh Tanner, a passear com uma guitarra destruída, surgiram então os Phantom Lord, banda constituída por James Hetfield na guitarra e vocal, Jim Mulligan na bateria e Hugh Tanner na guitarra. O baixo ficou assegurado por diversos músicos, até que James terminou o ensino secundário e regressou à cidade de Downey.
De volta à sua localidade de origem, James foi morar com seu amigo Ron McGovney, em uma casa que pertencia aos pais de Ron e que estava em vias de ser demolida. Tratava-se do local ideal para ambos darem largas à sua arte, para ensaiarem e fazerem barulho sem serem incomodados. Entretanto, James convenceu o amigo a tocar baixo. Surgiu assim a terceira banda liderada por James: os Leather Charm. Neste grupo, James Hetfield era vocalista, Ron McGoveny assegurava o baixo, enquanto Hugh Tanner e Jim Mulligan mantinham os mesmos instrumentos que tocavam na banda anterior. Os Leather Charm tocavam em alguns clubes noturnos e ainda conseguiram gravar uma fita demo. Depois disso, a banda começou a separar-se, primeiro foi Hugh Tanner que abandonou o projeto, tendo sido substituído por Troy James. Mais tarde, o baterista Mulligan decidiu participar de uma banda com estilo mais progressivo. Com a falta de um baterista, James e seus companheiros finalmente decidiram dissolver o Leather Charm.
Nos primórdios da banda, o Metallica experimentou várias formações de vocal; além disso, James também tocava guitarra. Algumas das opções consideradas incluíam um outro guitarrista, tendo John Roads como guitarrista solo e John Bush do Armored Saint (que mais tarde se juntaria ao Anthrax) como vocalista. Hetfield afirmou numa entrevista em 1989 para a revista Spin que a banda queria o ex-vocalista do Misfits, Glenn Danzig, mas não deixou claro se Danzig chegou a ser contactado pela banda. Finalmente, a banda foi formada com James Hetfield (guitarra e vocal), Lars Ulrich (bateria), Dave Mustaine (guitarra) e Ron McGovney (baixo). De 1981 a 1983, o estilo de vida errático de Mustaine ocasionou problemas de relacionamento entre ele e o resto da banda. Uma briga em questão, ficou famosa. Quando Dave Mustaine trouxe seu cão para um ensaio, o cão achou o carro de Ron McGovney, e arranhou todo o painel frontal. James chutou o cachorro de Mustaine, e os dois começaram a discutir, até que ambos chegaram às vias de fato trocando socos. Em seguida Ron pulou em cima de Dave, que o jogou contra a parede. Então o despediram mas no dia seguinte ele foi perdoado. Em outro caso Mustaine chegou a derramar cerveja no baixo de McGovney, o que fez com que ele levasse um choque elétrico ao ligar o baixo e por pouco não se machucasse mais seriamente. Hetfield e Ulrich acabaram por ejetar Mustaine da banda por causa de seus excessos com bebida, e recrutaram o guitarrista Kirk Hammett da banda Exodus no mesmo dia. Mustaine foi mandado de volta para casa numa viagem de 4 dias de ônibus e acabou formando o Megadeth.
Até meados da década de 1990, Hetfield gravava todas as bases de guitarra do Metallica. Apenas no álbum Load, de 1996, Hammett passou a também gravar bases. Hetfield também gravava alguns solos, como o de "Nothing Else Matters", o solo de "Whiskey in The Jar", o solo final de "The Outlaw Torn", o segundo de "To Live Is to Die", o segundo de "Orion", o primeiro interlúdio de "Master of Puppets", o primeiro e o segundo solo de "Suicide & Redemption", o segundo de "Welcome Home (Sanitarium)", o primeiro de "The Day That Never Comes", o primeiro de "That Was Just Your Life" e, junto com Kirk Hammett, o solo final de "One". Ele também escreve a maioria das harmonias de guitarra, bem como escreve as letras, melodias vocais e co-arranjar as músicas com Ulrich.
Hetfield se envolveu em muitos incidentes em palco, sendo o mais conhecido o da pirotecnia no Estádio Olímpico de Montreal, em turnê conjunta com o Guns N' Roses, em 8 de agosto de 1992, ele acidentalmente entrou na área destinada a parte das chamas químicas que estavam programadas para incendiar em "Fade to Black". A guitarra o protegeu da força da explosão, entretanto, o fogo envolveu o lado esquerdo de seu corpo, queimando sua mão, seu braço, sobrancelha, rosto e cabelo. Ele sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus, mas voltou aos palcos 17 dias depois, com o guitarrista John Marshall (ex técnico de guitarra de Hammett e membro da banda Metal Church) tocando em seu lugar, durante quatro semanas, até que ele se recuperasse totalmente. John Marshall também substitui James em algumas ocasiões na década de 80, quando o frontman feriu o braço em acidentes de skate. No ano 2000 durante a Summer Sanitarium Tour, James não pode comparecer a 3 shows por causa de um acidente de jet ski, na ocasião ele foi substituído por Kid Rock.
James travou sua maior batalha, nesses últimos anos, contra o seu maior vício: o álcool. Durante a gravação do álbum St. Anger, James entrou num processo de reabilitação. Esse fato e outros problemas encontrados pela banda nos últimos anos pode ser visto mais detalhadamente no DVD Some Kind of Monster.
Hetfield continua com os vocais e guitarra e integra o Metallica com Lars Ulrich na batteria, Kirk Hammett em outra guitarra e Robert Trujillo que assumiu o baixo em 2003.
A pergunta “o que é música” tem sido alvo de discussão há décadas.
Alguns autores defendem que música é a combinação de sons e silêncios de uma maneira organizada. Um ruído de rádio emite sons, mas não de uma forma organizada, por isso não é classificado como música. Essa definição parece simples e completa, mas definir música não é algo tão óbvio assim. Podemos classificar um alarme de carro como música? Ele emite sons e silêncios de uma maneira organizada, mas garanto que a maioria das pessoas não chamaria esse som de música.
A música é uma forma de arte que se constitui na combinação de vários sons e ritmos, seguindo uma pré-organização ao longo do tempo. De uma maneira mais didática e abrangente, a música é composta por melodia, harmonia e ritmo.
é considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicas próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que inclua todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como "arte do efêmero", a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples.
A música também pode ser definida como uma forma de linguagem que se utiliza da voz, instrumentos musicais e outros artifícios, para expressar algo a alguém.
De uma maneira mais didática e abrangente, a música é composta por MELODIA, HARMONIA e RITMO.
A MELODIA é a voz principal do som, é aquilo que pode ser cantado. É a voz principal que dá sentido a uma composição e encontra apoio musical na harmonia e no ritmo.
A HARMONIA é uma sobreposição de notas que servem de base para a melodia. Por exemplo, uma pessoa tocando violão e cantando está fazendo harmonia com os acordes no violão e melodia com a voz. Cada acorde é uma sobreposição de várias notas, como veremos adiante em outros tópicos. Por isso que os acordes fazem parte da harmonia.
Vale a pena destacar que a melodia não necessariamente é composta por uma única voz; é possível também que ela tenha duas ou mais vozes, apesar de ser manos frequente essa situação.
Para diferenciar melodia de harmonia nesse caso, podemos fazer uma comparação com um navio no oceano. O navio representa a harmonia e as pessoas dentro do navio representam a melodia. Tanto o navio quanto as pessoas estão se mexendo, e as pessoas se mexem dentro do navio enquanto ele trafega pelo oceano. Repare que o navio serve de base, suporte, para as pessoas. Elas têm liberdade para se movimentar apenas dentro do navio. Se uma pessoa pular para fora do navio, será desastroso. Com melodia e harmonia é a mesma coisa.
Ritmo é a marcação do tempo de uma música. Assim como o relógio marca as horas, o ritmo nos diz como acompanhar a música.
É a variação do ritmo em uma música que determina qual é exatamente a classificação em que a música se encaixa, por exemplo: Valsa tem seu ritmo característico que é diferente do Samba que por sua vez se difere do Blues, etc.
Cada um desses três assuntos, MELODIA, HARMONIA e RITMO precisa ser tratado à parte. Um conhecimento aprofundado permite uma manipulação ilimitada de todos os recursos que a música fornece, e é isso o que faz os “sons e silêncios” ficarem tão interessantes para nosso ouvido.
William Thomas Berry nasceu em Duluth, Minnesota no Condado de Saint Louis, Estados Unidos no dia 31 de julho de 1958 foi o baterista na banda de rock alternativo R.E.M por 17 anos. Também foi baterista da banda Hindu Lova Gods.
Além da bateria, Berry tocou outros instrumentos, incluindo violão, baixo e piano. Ele compos varias músicas e muitas delas foram gravadas pelo R.E.M.
Ele é o quinto filho de Don e Anna. Aos três anos, Berry e sua família se mudaram para Wauwatosa Wisconsin, um subúrbio de Milwaukee, onde continuaram por mais sete anos. Em 1968 se mudaram novamente para Sandusky, Ohio, às margens do lago Erie.
Em 1972 a família de Berry fez sua última mudança para Macon, Geórgia. No ensino médio Bill conhece Mike Mills, eles se tornaram grandes amigos e tocaram em diversas bandas juntos. A primeira tentativa deles de seguir carreira musical foi frutrante e curta. Bill terminou o ensino médio em 1976 e vendeu sua bateria. Ele e Mike decidiram tentar ganhar dinheiro da mesma forma que todas as outras pessoas, arrumando um emprego. Alugaram um apartamento na Arlington Street, em Macon, e Bill conseguiu um emprego na Paragon Booking Agency, que ficava no mesmo quarteirão.
Bill e Mike se mudaram para Athens, Geórgia em 1978 e conheceram Michael Stipe e Peter Buck. Dois anos depois eles formaram o R.E.M, mas a banda só ganhou reconhecimento algum tempo depois.
Em 1995, Bill desmaiou no palco durante uma turnê, devido a um aneurisma cerebral.
O R.E.M anunciou o fim de sua carreira em 30 de outubro de 1997.
Bill Berry deixou a indústria da música para se tornar fazendeiro, adquiriu propriedade em Farmington, Geórgia, perto de Atenas. Ele se reune, as vezes, com os outros ex integrantes do R.E.M e aparece como colaborador em composições de outros artistas.
Bill casou-se em 22 de Março de 1986 com Mari e, depois de onze anos de casamento, se divorciou.
Parabéns à você e que venham mais 59 anos de vida e alegrias para você!!!!
O músico e tecladista Richard Wright, um dos fundadores do grupo de rock progressivo Pink Floyd, morreu na segunda-feira, 15 de setembro de 2008. Wright estava com 65 anos e sofria de câncer.
Richard William Wright entrou para a escola particular Harberdashers, aos 20 anos foi para a Escola de Arquitetura. Lá conheceu o baixista Roger Waters e o baterista Nick Mason. Fizeram um grupo (Sigma 6), na faculdade e escolheram seis meses depois Syd Barrett para a guitarra.
Como compositor Wright contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark Side (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se equiparam a guitarra de Gilmour e cinco das dez música são de sua autoria. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o álbum, sobretudo na suíte "Shine on you crazy diamond".
A partir do disco Animals (1977) iniciou-se o processo de domínio do Pink Floyd por Roger Waters, apesar de neste disco Rick Wright ter realizado um competente trabalho no comando dos teclados da banda.
O sucesso começou a afetar as relações pessoais dentro do grupo. Trabalhos solo eram a única saída para os demais integrantes da banda e Wright realizou Wet Dream em 1978, acompanhado por Mel Collins tocando Sax, Snowy Whithe na guitarra, Larry Steele no baixo e Reg Isadore na bateria.
Quando Pink Floyd começou a gravar The Wall em 1979 Roger Waters tinha assumido o total controle da banda. Rick Wright foi afastado do processo de criação e concepção, o que culminou com sua expulsão durante as gravações de The Wall, apesar de mais tarde participar dos shows.
Depois do Pink Floyd, Wright juntou-se com Dave Harris no grupo chamado "Zee" e gravaram "Identity" em 1984.
O retorno de Wright ao Pink Floyd se deu em 1987, nas gravações de A Momentary Lapse Of Reason. Ele chegou no meio das gravações, ocasião em que não trouxe contribuição relevante para o álbum, mas participou da turnê mundial de promoção do disco.
Já em The Division Bell, Rick voltou a participar ativamente do processo criativo, retomando-se a cooperação coletiva que se havia perdido nos anos 70. Wright é co-autor de "Wearing The Inside Out" com Anthony Moore e das músicas "Cluster One", "What Do You Want From Me", "Marooned", e "Keep Talking" com David Gilmour.
Em 1996 Rick Wright lançou seu terceiro álbum, Broken China, gravada no estúdio da sua casa na França. Ele mesmo produziu o disco, junto com Anthony Moore, que também escreveu as letras. Foi mixado por James Guthrie. Participam deste álbum os guitarristas Tim Renwick, Dominic Miller e Steve Bolton, o baterista Manu Katche e o baixista Pino Palladino. E mais, Sinead O'Connor canta em duas faixas - "Reaching for the Rail" e "Breakthrough".
Apesar do papel coadjuvante, é quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard Wright apresentam-se como elemento fundamental para a constituição do som do Pink Floyd.
Casou-se com sua primeira esposa, Juliette Gale, em 1968. Com ela tiveram dois filhos, Jamie e Gala, e se divorciaram em 1982. Com sua segunda esposa Franka, casou em 1984 e se divorciaram em 1990. Wright se casou pela terceira vez com Mildred "Millie" Hobbs (a quem dedicou seu segundo álbum solo Broken China) em 1995, e com quem teve um filho, Ben. Seu casamento terminou em 2007. De 1984 a 1994, ele viveu na ilha de Cefalônia. Em 1996, a filha de Wright, Gala casou com Guy Pratt, um músico de sessão com quem tocou baixo para o Pink Floyd (e colega de banda de David Gilmour) desde a saída de Roger Waters. Em seus últimos anos, Wright viveu na França e passou um tempo em um iate que ele possuía nas Ilhas Virgens.
Rick Wright nasceu em Londres em 28 de julho de 1943 e faleceu em Setembro de 2008 na mesma cidade onde nasceu.
Foram, ao todo, dezesseis músicas do Pink Floyd com Wright nos vocais, entre elas, Paint Box lançada em 1967 It Would Be So Nice, Remember Day e See-Saw em 1968. A última dele nos vocais foi lançada em 1994, com David Gilmour gravaram Wearing The Inside Out.
Hoje, se estivesse vivo, ele completaria 74 anos.
(foto de Rick Wright em um concerto em Munique, 2006)